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O prefeito de Jambeiro, Aries Marioto, acompanhado do Padre Cipriano, tornou-se o centro de um debate sobre liberdade de expressão religiosa em prédios públicos após a realização de momentos de oração voltados a alunos da Escola Municipal da cidade.
A iniciativa gerou repercussão nas redes sociais e dividiu opiniões na comunidade. Em resposta às críticas, o chefe do Executivo utilizou seus canais oficiais para se posicionar, classificando parte das manifestações contrárias como ato de intolerância religiosa.
Defesa da fé e do Estado laico
Em seu comunicado, o prefeito afirmou que sua fé cristã faz parte de sua identidade pessoal e que os momentos de oração representam um gesto de cuidado com as crianças do município, e não uma imposição de crença.
“A minha fé não é segredo, não é estratégia e não é imposição; é parte de quem eu sou. Respeito todas as crenças e defendo o direito à liberdade religiosa”, declarou Aries Marioto.
Publicações de apoiadores destacaram a frase: “Estado laico não é um Estado sem Deus”, reforçando o argumento de que a laicidade garante a liberdade religiosa, mas não impede manifestações de fé.
Reações e questionamentos
Críticos da medida apontam possível conflito com o princípio do Estado laico, defendendo que espaços públicos, especialmente escolas, devem manter neutralidade religiosa.
Por outro lado, apoiadores do prefeito, incluindo a deputada estadual Letícia Aguiar, questionaram se as críticas configurariam intolerância contra manifestações cristãs, levantando o debate sobre o que chamam de “cristofobia”.
Posicionamento da gestão
O governo municipal de Jambeiro informou que continuará pautando sua administração no respeito aos valores familiares e na liberdade de expressão da fé, ressaltando que o acolhimento espiritual não exclui outras crenças e não tem caráter obrigatório.
Perfil do prefeito
À frente do Executivo municipal, Aries Marioto tem destacado em sua gestão a valorização de princípios tradicionais e a aproximação entre o poder público e lideranças religiosas locais, com foco em ações voltadas ao desenvolvimento social da cidade.
O debate segue repercutindo na comunidade e nas redes sociais, ampliando a discussão sobre os limites entre fé, liberdade de expressão e laicidade no ambiente público.