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Máfia dos Quiosques? Taxa Ambiental e Preços Astronômicos Afastam Turistas do Litoral Norte

O Carnaval 2026 deixou um sinal de alerta aceso no Litoral Norte de São Paulo. Cidades tradicionalmente lotadas nesta época do ano registraram taxa de ocupação hoteleira abaixo da expectativa, frustrando comerciantes e empresários do setor turístico.

Em Ubatuba, a ocupação entre os dias 13 e 17 de fevereiro ficou em 74,50%, segundo a Associação Comercial de Ubatuba (Aciu). O índice ficou abaixo da projeção de 85,05% e também inferior ao registrado no Carnaval de 2025, quando a taxa foi de 81,21%.

O presidente da Aciu, Adriano Klopfer, atribuiu o resultado ao endividamento das famílias e ao calendário com outros feriados prolongados ao longo do ano. Segundo ele, pesquisas apontam que o movimento foi mais fraco em praticamente todo o estado, principalmente nas cidades litorâneas.

No entanto, empresários do setor afirmam que a explicação pode ir além da questão econômica. O dono de uma pousada na cidade classificou este como o pior Carnaval em duas décadas. Entre as principais reclamações dos turistas estão insegurança, trânsito intenso, condições das praias e, principalmente, preços elevados.

Em Caraguatatuba, a taxa média de ocupação foi de 76,79%, também abaixo dos 85,50% registrados no ano passado. A região norte teve melhor desempenho, com 85,5% dos apartamentos ocupados, enquanto as regiões central e sul ficaram em 68,8%.

Já em Ilhabela, o cenário foi misto. Entre os dias 13 e 16 de fevereiro, a ocupação atingiu 88,2%, superando a projeção inicial. Porém, entre os dias 17 e 19, a procura despencou para 51,8%, número bem inferior aos 70,2% registrados no mesmo período do ano passado.

A chamada “taxa ambiental”, cobrada de veículos que acessam algumas cidades da região, também voltou ao centro do debate. Para parte dos turistas, a cobrança, somada aos valores considerados abusivos em quiosques e serviços de praia, acaba pesando no bolso e influenciando na decisão de viagem.

Com relatos de preços astronômicos em alimentação, estacionamento e hospedagem, cresce nas redes sociais a crítica a uma suposta “máfia dos quiosques”, acusada por visitantes de praticar valores muito acima da média e prejudicar a imagem do destino turístico.

Enquanto isso, entidades comerciais e prefeituras estudam estratégias para reforçar a estrutura e atrair visitantes nos próximos feriados. A Prefeitura de Sao Sebastiao informou que os dados oficiais de ocupação hoteleira ainda serão divulgados.

O desafio agora é recuperar a confiança do turista. Em um cenário de orçamento apertado e maior concorrência entre destinos, qualidade, preço justo e boa experiência podem ser decisivos para manter o Litoral Norte competitivo.

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