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A última Avaliação de Densidade Larvária (ADL) de 2026, divulgada nesta terça-feira (27), apontou uma região de São José dos Campos em situação de risco para a presença do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.
De acordo com o levantamento, a área que abrange os bairros Santa Cecília II, Campos de São José e Jardim Americano registrou o maior índice do município, chegando a 4,55, considerado indicador de risco para a proliferação do mosquito.
Além disso, outras 20 áreas da cidade foram classificadas em estado de alerta, com índices que variam entre 1 e 3,9.
O índice geral de infestação do município também apresentou aumento. Em julho, o indicador era de 0,8 e, em outubro, subiu para 1,2, reforçando a necessidade de intensificar os cuidados para evitar a reprodução do mosquito.
Ao todo, as equipes responsáveis pela avaliação vistoriaram 17.770 imóveis, distribuídos em 3.161 quarteirões.
PREVENÇÃO É FUNDAMENTAL
A população deve redobrar a atenção e eliminar possíveis criadouros do mosquito, evitando o acúmulo de água parada em vasos de plantas, pneus, garrafas, caixas-d’água destampadas, calhas e outros recipientes.
O combate ao Aedes aegypti depende da participação de todos. A eliminação dos focos é uma das principais medidas para reduzir o risco de transmissão das doenças e proteger a saúde da população.